sábado, julho 31, 2010



Díade, díada.

“...O autor, a fotografia . Objeto, a sabedoria . Que vela na imagem que registra a coragem e o entendimento que a vida permite. Uma vida sincera, sem limite.

Saber quando o não é usado como proteção e o sim atinge a personificação do sentimento adversidade do pensamento, do verso ao reverso. O entendimento.

Harmonia em prosa, Desconexa e absurda emoção. A própria razão.

A contradição. A lógica. A exata e eterna duvida da significação.

Achar as chances de acontecer, afinal quando o ser é sensível e inteligente, reconhece o valor de uma boa blindagem, a riqueza e pureza,a linguagem....as marcas que descamam, camadas que contam a história de cada decapagem. As mais sinceras personagens, cada blindagem. O tempo traduz a revela a pureza de cada metal, a pureza real, a perfeição no retoque manual, a imperfeição do normal. Sempre o pretexto para dizer o etc, sendo mais bonito , entre outras coisas e tal.”

"...Quando a jóia valoriza o modelo em detalhe e forma. O fascínio em desfilar com cuidado os detalhes no gesto e o tempo de cada som.
A respiração. A mais inusitada exposição. Como, a obra de arte, o momento da transição. A elegância da evolução. O declara...r da dimensão, essa geração.
Um elogio aos sentidos feminino.
Uma alegoria masculina.
Requinte e sofisticação é a tradução.
O que não ostenta a cópia, mas sim faz-se copiado. Quando o poder vira questão pela influência da opinião..."

6 comentários:

João Menéres disse...

SELENA

Elogio-te o texto.
Pela surpresa que revelas.
Pelo ir.
Pelo vir.
Por tudo.

Já agora, sabias que "a díade também é, de acordo com Saint-Martin, o verdadeiro número da água." ?

Traduzo a minha admiração por ti por um BEIJO escrito pelo meu afecto.

Selena Sartorelo disse...

Olá João,

Preciso fazer algumas correções, pois postei como sempre faço não dando aos erros a devida e merecida atenção. Sempre na certeza que entenderam o descuido que comete essa questão. E após essa explicação fico admirada com a tua identificação. Vou confessar a causa que causa a inspiração...histórias que promovem a criação. Lendo a palavra blindagem...lembrei da imagem de uma parede caiada, porém desbotada, descamada pelo efeito que o tempo causa e deixa amostra as marcas de tanta coisa vivida.
Lembrei da imagem de um certo cansado portão. Minha primeira inspiração.
Depois vagueio entre uma das mais belas e ostensivas exposições por mim já vista. Uma unidade que demonstra agrandando meus mais íntimos gostos e dê alguma maneira percebo a semelhança.Os sabores que a mente têm. Os sons de todos os olhares. Sem nunca saber o número que a água tem.

myra disse...

gostei muito deste texto! alem de inteligente, gde sensibilidade!!
um beijo, aliàs muitos:)

Selena Sartorelo disse...

Olá Myra,

Queria sentar ao redor de uma mesa acompanhada da tua clareza. Ver o olhar do João... amigos que faço questão e tantos são, por vocês faço o desejo e a representação.

Beijos e obrigada pela querida companhia.

Djabal disse...

A leitura do texto mostra um movimento de abertura de véus.
Os véus que o recobrem vão se abrindo e revelando a sofisticação e a nudez da arte.
Algo como o cortejar de uma dama, por um cavalheiro distante no tempo e também no espaço.
Que ostenta a boa blindagem para valorizar o não como se fosse uma antecipação de um sim, ao final.
Tem graça, tem ritmo e tem gosto, todos de ótima qualidade. Parabéns.

Selena Sartorelo disse...

Olá Djabal,

Teu comentário é tradução do pensamento que rege o sentimento lúdico da inspiração.
Obrigada por sua tão valiosa atenção.

Beijos