
Meu pai é um homem raro, mecanico competente adora carros e passou essa paixão para mim também, quando éramos mais jovens faziamos trilhas de jipe...uma verdadeira aventura.

Feliz dia dos pais, papai.

Gran Torino é um filme de drama de 2008 dirigido por Clint Eastwood e produzido pelo último, Bill Gerber e Robert Lorenz. Eastwood também é o ator principal, retornando depois de muito tempo com essa função, desde Million Dollar Baby.[1][2]
Walt Kowalski é um americano polonês veterano da Guerra da Coreia. Tem problemas com sua família que o considera racista e ranzinza. Então ele foi morar em um bairro pobre em Detroit, onde cria problemas com seus vizinhos HMongs, um povo chinês no qual ele acha que devastaram a encomia do império Americano, mas por certas informações, eles se aliaram aos americanos. Mas Walt não quer entender isso, por ser racista. Seu trabalho é fazer consertos em casas. Ele fica bebendo na sua varanda e indo mensalmente ao barbeiro. Não tem amigos nem futuro. Tudo muda na vida de Walt quando uma gangue chinesa tenta influenciar o HMong Thao ao crime. Então ele deve fazer uma iniciação: Roubar o carro Ford Gran Torino de 1972 de Walt. Quando ele tenta fazer isso, Walt o espanta com uma arma usada na guerra. A mãe e a irmã de Thao, Sue, o obrigam a servir trabalhos a ele para pagar essa tentativa de roubo. Antes dele começar os trabalhos, Walt o salvou da influência da gangue HMong, espantando-os, isso supreendeu Thao, que o considerou um herói. Com o tempo, Walt passa a considerar Thao um bom garoto e pensa no que fazer, enquanto tem problemas com a gangue HMong.

Em “Gran Torino“, Clint Eastwood é Walt Kowalski, o velho viúvo americano de ascendência polaca que trabalhou toda a sua vida numa fábrica da Ford e combateu na guerra da Coreia. Homem amargo, intolerante perante os novos hábitos da sociedade em geral e da juventude em particular, revoltado com os seus mais recentes vizinhos asiáticos de etnia Hmong.
Num só filme e através de um único indivíduo que, de tão completo e bem caracterizado se nos afigura como homem para além da personagem, Eastwood conseguiu abordar o trauma da guerra nos ex-combatentes, o drama social que vota os idosos ao esquecimento e desrespeito, o conflito entre gerações, a proliferação de armas e a xenofobia e intolerância racial.
Ditam as regras que o padre, os meninos e a avó Hmong sejam considerados secundários. Em Gran Torino revelaram-se peças fundamentais, contribuindo para a profundidade da história. Algumas cenas estavam simplesmente deliciosas ao ponto de não conseguirmos evitar o sorriso. A relação tempestuosa, praticamente sem troca de palavras, entre Walt e a avó Hmong. Ou o velho e o barbeiro numa tentativa (bem sucedida) de ensinar o rapaz a “falar à homem”.
http://maufeitio.wordpress.com/2009/03/18/gran-torino/







ONDE TUDO COMEÇOU...
































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