
Crônica de uma pessoa comum.
Sem falsos egos, nem outros tantos verdadeiros, apenas possíveis.
É sincera quando diz querer e quando não diz também.
Gosta do que gosta e não gosta do que não gosta.
Às vezes acerta, às vezes não.
Tem vitórias e derrotas, sem ter muita coragem de enumerá-las, pois seu conceito do que seja não condiz com a maioria. Mas isso, só não a incomoda mais, pois ela sabe que existem pessoas tão comuns quanto ela.
Acha bonita a palavra bem dita e penaliza-se com a mal pensada.
Adora gente!
E gente que é gente.
Tem algumas palavras preferidas, então procura sua origem e seu sentimento para entendê-las melhor. E mesmo quando esquece um nome. Não se preocupa, pois confessa ter péssima memória e essa nunca teve a pretensão de impressionar, esquece o nome mas não o significado.
Não respeita o desrespeito nem confundi com o que é certo, mesmo sabendo que tuas incertezas são muitas.
Aprendeu a amar sem distinção nem intenção, apenas ama, mas nem por isso fica com cara de tonto o tempo todo. E não diz sim, sem ouvir o que permitiu.
Sabe que tem na vida, uma vida inteira prá aprender. E não pensa mais em quantos anos tem. Mas sim, em quantas horas está viva.
Já pensou até em fazer a conta, mas tem preguiça, mas um dia a fará e será um delicia pronunciar aquele monte de números.
Saber que tuas crias são instintivamente suas, pois seus pensamentos se reconhecem.
Viver querendo aprender que o tempo já passou, e sentir o futuro passado quando percebe o momento vivido. E quando esse é notado, a vida vira presente o tempo todo.
Sem falsos egos, nem outros tantos verdadeiros, apenas possíveis.
É sincera quando diz querer e quando não diz também.
Gosta do que gosta e não gosta do que não gosta.
Às vezes acerta, às vezes não.
Tem vitórias e derrotas, sem ter muita coragem de enumerá-las, pois seu conceito do que seja não condiz com a maioria. Mas isso, só não a incomoda mais, pois ela sabe que existem pessoas tão comuns quanto ela.
Acha bonita a palavra bem dita e penaliza-se com a mal pensada.
Adora gente!
E gente que é gente.
Tem algumas palavras preferidas, então procura sua origem e seu sentimento para entendê-las melhor. E mesmo quando esquece um nome. Não se preocupa, pois confessa ter péssima memória e essa nunca teve a pretensão de impressionar, esquece o nome mas não o significado.
Não respeita o desrespeito nem confundi com o que é certo, mesmo sabendo que tuas incertezas são muitas.
Aprendeu a amar sem distinção nem intenção, apenas ama, mas nem por isso fica com cara de tonto o tempo todo. E não diz sim, sem ouvir o que permitiu.
Sabe que tem na vida, uma vida inteira prá aprender. E não pensa mais em quantos anos tem. Mas sim, em quantas horas está viva.
Já pensou até em fazer a conta, mas tem preguiça, mas um dia a fará e será um delicia pronunciar aquele monte de números.
Saber que tuas crias são instintivamente suas, pois seus pensamentos se reconhecem.
Viver querendo aprender que o tempo já passou, e sentir o futuro passado quando percebe o momento vivido. E quando esse é notado, a vida vira presente o tempo todo.









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