quarta-feira, junho 17, 2009

SORDIDEZ SUBLIMADA


Pobre pebleu

em teu reino foi esquecido

Sonhou que era belo

Imaginou-se a perfeição

Correu por muitos mares

conheceu as praias da ilusão

Econtrou teu porto a maldita razão

O infante que acredita ser plebeu

Solitária sabedoria

Triste decepção

É sórdido entre muitos

e sublime entre poucos

Teu castigo o esquecimento

Teu prêmio

a conscência

como penitência

o pensamento

Reina em ti o medo

O desencanto a ausência da emoção

é sonho, alucinação

tua dor a lembrança de um sonho que apenas sonhou.

É certo e eterno

É preciso e seguro

Insana imperfeição

Engasga e estrangula a tua coroação.

7 comentários:

Adolfo Payés disse...

Siempre me impresionas con tus versos. precioso

saludos fraternos con mucho cariño
un abrazo

besos

tonhOliveira disse...

Dor, dorida
que dói doendo,
vai roendo
meu só...riso!

só lhe dão
solidão?

..............

Tocante Selena.

Beijos!

Minha imaginação disse...

Mamãe,
belíssimo poema.
Você sabe como encantar as pessoas com suas humildes palavras.


maria


18/6/09

Selena Sartorelo disse...

Olá Adolfo,
Obrigada.

Olá Tonho,
Sente(mente)!

beijos e obrigada.

Olá Minha amada, obrigada!
Tuas palavrinhas, são gigantes..amo você minha vida!!

Ví Leardi disse...

...Selena, a Maria, mas que gracinha!
Um prêmio,não é mesmo!!!E que prêmio..Beijos e um ótimo fim de semana!

Selena Sartorelo disse...

Olá Ví...Essa é a minha Maria, mas os dois são, o melhor e maior prêmio, vale a pena viver por saber que eles existem...ai que medo que dá.rsrsrs
Acredita que agora há pouco em nosso almoço teu post sobre a síndrome de Peter Pan foi um dos nossos assuntos...Ai meu Deussss!!!!!!!!!rsrsrs

beijos e bom final de semana prá todos aí.

myra disse...

OTIMOOOOOOOOOOOO!!!!!!
bbbbbeijjjjjjjjjjjoooo