segunda-feira, abril 13, 2009

INFERIR - Sapatos, calçados.



Às vezes
Teu olhar é vago
Às vezes
Tua voz é seca
Às vezes
Tua sensualidade é tanta
Que invade.
Às vezes


Não é nada disso


Às vezes


é tudo isso




Preserva-te
sempre


Mas,


quando lembro
do teu rosto
Lembro
o quanto ele é sereno

8 comentários:

Adolfo Payés disse...

excelente poema, nos entregas, y la pintura, WOW maravillosa..
saludos fraternos con mucho cariño

un beso poeta..

un abrazo inmneso

Tomáz disse...

Se inferes
não preferes
ser só um alferes.

A maioria não sabe inferir porque não consegue julgar estabelecendo premissas corretas.
No seu poema, inferes perfeitamente.
Beijos.

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

A sua alma de poeta ,se desdobra neste poema, e nos deixa perflexos.
Só tenho a agradecer.
Passando para avisar que tenho novidades por lá. beijos e uma boa e feliz semana.

disse...

Selena ...Obrigada por suas visitas e adoràveis comentários...é um prazer vir aqui e encontrar teus textos...
beijos e um ótimo dia.

disse...

...completando
Le invasione barbariche...da togliere il fiatto!!!
Sensacional escolha...A Festa de Babette,então dispensa comentários...Brava!

Cristiana Fonseca disse...

Olá Querida Selena,
estou encantada com o teu belo poema. Aliado a essa pintura , esta show.
Beijos uma otima semana pra vc também.
Cris

Sr do Vale disse...

Selena, se o poema é o reflexo do momento, então está tudo ok, ainda bem.
E tem mais, sereno e selena, são palavras pares.

abraços.

Selena Sartorelo disse...

Olá Adolfo,

Uma bela tela e um artista incrível...é dificil não gostar de Vincent não é rsrsr.
Obrigada pela carinhosa visita.

beijos,

Olá Tomáz,

É muito prazeroso quando ouvimos e entendemos as explicações.

beijos,

Olá Ví,

Tenho a inteção de colocar cenas que gosto...e esses tres momentos que estão aí são algumas delas...vamos ver se contínuo né rsrsr.
beijos,

Olá Cris,

Obrigada minha querida artista.

beijos,

Olá meu amigo do Vale, são momentos sempre.

beijos,