domingo, abril 12, 2009

ARQUEÓLOGOS DA ALMA



Cidades Perdidas citadas na Bíblia HATTUSHA: Por History channel.
Chamavam-se a si próprios hatti, e a sua capital era Hattusa ou Hattusha. Os registros em baixo relevo e relatos da época descreviam os hititas como homens fortes, de estatura baixa, com barbas e cabelos longos e cerrados, possivelmente usados como proteção para o pescoço. Os cavalos eram venerados como animais nobres. Os encarregados de cuidar dos cavalos assumiam notoriedade na sociedade hitita.
Os hititas eram um povo indo-europeu que, no II milénio a.C., fundou um poderoso império na Anatólia central (atual Turquia), cuja queda data dos séculos XIII-XII a.C.. Em sua extensão máxima, o Império Hitita compreendia a Anatólia, o norte e o oeste da Mesopotâmia até a Palestina.


Quando liguei a TV esse documentário já havia começado, mas continuei a assisti-lo mesmo assim. Já há algum tempo um pensamento vem se formando em minha mente, e sentimentos de lembranças que não sentimos, mas imbuídos de uma especial sensibilidade e muito estudo, foram recriados por alguns jovens arqueólogos, historiadores e engenheiros, que vem desvendando com a ajuda indispensável da imagem e da alta tecnologia e de uma dramatização cuidada trazem-nos uma apresentação de sociedades remotas e pouco documentadas e que por muitos de nós nunca foram sabidas.

Há muito venho observando esse profissional que através do estudo técnico e histórico das poucas edificações ainda restantes e com pouquissímas provas documentadas dessas civilizações, eles conseguem descrever o comportamento, caráter e dogmas do homem que ali vivia.
Fiquei impressionada com os sutis aspectos percebidos por pessoas tão jovens e ao mesmo tempo tão apropriadas nas informações e relatos históricos que contavam. Esses jovens profissionais descrevem personalidades deduzidas por objetos, posição e disposição, bem como dimensão de um ambiente que determina suposições de cunho íntimo, social e político. Mais que as edificações sejam reproduzidas por computação e a simulação seja feita...ainda assim surpreendo-me com tantos detalhes humanos que não foram rejeitados e que engrandece a enriquece a visão que eles recriaram sobre essa sociedade.

Vale a pena conferir e perdoem-me a ousadia em falar de um assunto que há muito pouco me é comum, mas tenho imenso prazer no aprender e nesse superficial relato tento somente atiçar a curiosidade de tantas coisas que uma única história possui.

9 comentários:

Andre Martin disse...

Puxa, você mudou o template!
Aquela galáxia cheia de possibilidades deu espaço ao infinito branco das alvas possibilidades, transparentes e de todas as cores.
Mudança no ar!...

Bem, que esta Páscoa possa representar o reinício de um novo período bom e próspero, com muita saúde, que o resto a gente inventa!

Adolfo Payés disse...

Precioso tu post, arqueología del alma..
un gusto visitarte.

saludos fraternos
un abrazo

Dona Sra. Urtigão disse...

Olá!
Pintou a casa? Ou começo mesmo a demenciar?rrrrr
Gosto tambem muito de historia e arqueologia, com enfase em antropologia.E gosto desses programas que voce citou. Aprendemos muito. Mas o que me pareceu descobrir em algumas andanças e pesquisas nessas áreas, é que se trata de teorias, baseadas em evidencias e as teorias são formuladas pela cabeça do pesquisador que as formulou e, a busca de uma verdade historica comporta a sintese entre outras teorias. Voce disse: "
a visão que eles recriaram sobre essa sociedade". Com enfase no recriar, criar de novo e não "rever". Mas é bom demais, né, ir sabendo, montando a nossa forma de ver a historia, de onde viemos, para onde vamos...em todos os níveis.
Abraço!

Selena Sartorelo disse...

Olá André,

Sim, resolvi mudar um pouco..gostei muito do que disse e como diz um amigo o caçador eu coloquei meu pano para descansar nas águas banhadas em cinzas..um velha receita antiga e caseira para clarear e desencardir o tecido rsrsrsr. Beijos e espero que a tua Páscoa continue feliz.

Olá Adolfo,

Pretendo o entender e para isso tenho tanto a aprender...obrigada por tua visita.

besos,

Olá Senhora Urtigão...
Obrigada por estender e ajudar-me um pouco mais a entender assuntos tão bons de se saber.

beijos,

Fernando Zanforlin disse...

Selena, não se esqueça que em arqueologia tudo é suposição, são conclusões que a qualquer momento podem mudar diante de um achado novo. Em arqueologia nada é conclusivo. Alem do que a história é montada de acordo com determinado aspecto, que o arqueólogo quer imprimir em suas pesquisas.
Ƨs

Selena Sartorelo disse...

Olá Fernando, seja muito bem vindo, não me lembro de tê-lo visto aqui antes, espero que goste...que bom.

Sim concordo com você, mas acho muito especial que além de recriarem as engenhosas estruturas da antiguidade, também esses profissionais, sejam arqueólogos, historiadores, professores..eles revivem os sentimentos tão especificos do ser que ali viviam...Ultrapassam a pesquisa histórica...
Risos de constatação...É talvez você tenha razão..acho que envolvi-me na observação desses jovens e propensos meninos que apresentavam o documentário e acabei por esquecer que trata-se de suposições como bem disse..rsrsr
Obrigada pelo papo...que bom!!!!
beijos,

peri s.c. disse...

Selena
Entenda as cidades e entenderá os caminhos e os descaminhos do homem.
bjs

Selena Sartorelo disse...

Pois é né Peri,

Já vi que tem tanta coisa que peciso entender...que nem sei bem por onde começar...álias acho que sei sim...começando a aprender sobre elas eu acho.
Beijos,

peri s.c. disse...

Selena
Numa época de especialistas, onde as pessoas sabem cada vez mais sobre cada vez menos, o desafio é ser um generalista. Sei lá por que , tento praticar isso desde criancinha.
bjs